Planet New Year

dezembro 29, 2010
Você quer uma outra tentativa?
Reescrever algumas linhas?
Você quer perder mais tempo?
Se suas mãos estiverem abertas como minhas
Debaixo de um sol ajustado
Suas mãos estão abertas como uma criança
Como meus
Sentindo como o primeiro para ter desperdiçado todo o tempo acordando com os pássaros, eles estão caindo do céu
Você pensa de que eu me esqueceria
Sobre você e eu?
Bem eu sei que eu era tímido
Mas o tempo não foi desagradavel
Debaixo desta luz delicada
E e na hora que bater meia noite
Esta vez
Sentindo como o primeiro para ter desperdiçado todo o tempo acordando com os pássaros, eles estão caindo do céu
nós nunca tentamos
É um delicioso percurso, ter desperdiçado tanto tempo.

Evolução dos Jogos

dezembro 28, 2010

Ainda Lembro quando era criança ganhei aquela caixa estranha cheia de livros,
a mesma que eles usam no video, de 1989, AD&D chegaria no Brasil em 1995,
e eu teria meu primeiro contato com os RPG e os jogos de interpretação.
Uma brincadeira que duraria por longos anos. As maneira mudaram as
pessoas e as brincadeiras também, mas tudo para melhor como podemos
assistir nos dois vídeos abaixo no primeiro uma breve historia da evolução
e no segundo o que existe de mais moderno em jogos e brinquedos!

Dungeons and Chrismas

dezembro 28, 2010

Natal das Crianças

dezembro 24, 2010

NATAL2010

No meio de tanto papai noel, é bom lembrar de uma criança!
Feliz festas para todos!

Turn 2011

dezembro 22, 2010

Chega de 2010 que venham as mudanças!

“Para tudo (vire, vire, vire)
Há uma época (vire, vire, vire)
E um momento para cada propósito, sob o céu”

Despertar

dezembro 21, 2010

Mesmo querendo não posso ser sincera
Pois nos meus sonhos eu me confesso
E nestes sonhos voam fantasias
Que muita insônia me causarão.
Agora mesmo queria ver-te
Estar contigo sob a luz da lua
Mas essa luz não me deixa dizer-te
Que quero viver nova emoção.
Um caleidoscópio é meu coração
Luz da lua guie este amor
Mesmo que a lua ilumine o caminho
E aqui sozinha eu te pergunto
Terei de novo o mesmo carinho
Será que um dia ele voltará
Com o teu brilho em seu olhar
Então o amor renascerá.

Noite na biblioteca Passando a noite em uma biblioteca em Portugal

setembro 17, 2009

Taynar Costa (novaescola@atleitor.com.br), de Seixal, Portugal

CONTOS PARA SONHAR A bibliotecária Susana conta histórias para o grupo que passou a noite entre as estantes.

No fim da tarde de um sábado de maio, os funcionários da Biblioteca Municipal de Seixal, a 30 quilômetros de Lisboa, organizavam as estantes de livros. Embora esse fosse o procedimento-padrão antes de encerrar o expediente, naquele dia a arrumação tinha outro motivo: receber um grupo de 20 meninos e meninas, entre 8 e 11 anos, que iriam passar a noite ao lado dos livros. Oito e meia da noite era a hora marcada para começar a exploração de um ambiente repleto de saberes, com muita leitura e contação de histórias, e que só terminaria na manhã seguinte.

Ao chegar, para que todos se conhecessem, nada de apresentações formais. Os pequenos preencheram os crachás uns dos outros. Enquanto Diogo, o mais velho do grupo, fazia o de Beatriz, ela revelou uma de suas leituras preferidas: a poesia portuguesa de José Jorge Letria. Sabe por quê? “Porque ele me faz sentir bem”, explicou, do alto de seus 8 anos.

Mais sobre bibliotecas

Reportagens

* Biblioteca não é depósito de livros
* Como organizar uma biblioteca

Com todos já devidamente identificados, começou uma correria pelo ambiente. Como se estivessem em uma caça ao tesouro, as crianças seguiam pistas e procuravam por respostas para as questões escritas em fichas que tinham em mãos. Tratava-se de um desafio — ou melhor, um peddy-paper, como se diz em Portugal — para descobrir como é organizada e funciona uma biblioteca.

Regras decifradas e normas esclarecidas, hora de vestir o pijama, arrumar os sacos de dormir e ouvir histórias para embalar o sono e, quem sabe, alimentar os sonhos. Caprichando na entonação, a bibliotecária Susana Filipe leu O Incrível Rapaz Que Comia Livros, obra escrita pelo australiano Oliver Jeffers. Quando a leitura terminou, Tomáz, 11 anos, lá no fundo da sala, gritou: “Mais uma, mais uma! Pode contar mais 1,5 bilhão de histórias!” Pedido atendido: com as luzes apagadas, Susana leu A Grande Questão, do alemão Wolf Erlbruch. Um a um, os pequenos adormeceram.

No dia seguinte, assim que acordaram, as meninas correram a se enfeitar com presilhas e tiaras. Os meninos lotaram as mãos com gel para domar os cabelos rebeldes. Tudo muito rápido porque ninguém queria desperdiçar um só minuto da programação de domingo. Depois do desjejum, mais uma história – dessa vez, de autoria da brasileira Ana Maria Machado: O Pavão do Abre-e-Fecha. O enredo alimentou o desejo da turma de se perder entre as estantes da biblioteca à procura de novos títulos. “É importante que as crianças também possam escolher livremente para que a leitura seja significativa”, disse a bibliotecária Carla Gomes. Ao seu lado, a funcionária Maria Elizabete Ferreira, que também passou a noite em claro velando o sono da garotada, confessou que para ela a recompensa do projeto está guardada para o futuro. “Esperamos que, depois de crescidos, todos esses estudantes se lembrem dessa noite e saibam que uma biblioteca é um espaço de aprendizagem.”

Pelos corredores do prédio, enquanto os pequenos arrumavam as mochilas para voltar para casa, era possível ouvir suas vozes, ecoando “Vitória, vitória, acabou-se a história!”, uma frase típica portuguesa que marca o fim dos contos infantis neste lado do oceano.

Quer saber mais?

BIBLIOGRAFIA
A Grande Questão, Wolf Erlbruch, 48 págs., Ed. Cosac Naify, tel. (11) 3218-1444, 35 reais
O Incrível Rapaz Que Comia Livros, Oliver Jeffers, 32 págs., Ed. Orfeu Negro, 14,90 euros
O Pavão do Abre-e-Fecha, Ana Maria Machado, 24 págs., Ed. Ática, tel. 0800-115-152, 19,90 reais

Saindo da Rotina

setembro 11, 2009

O mês de Setembro é o mes da MPB ao menos na minha modesta rotina
Semana passada tivemos Lenine com Violão e Voz, na proxima teremos Arnaldo Antunes e Márcia Xavier

Comentario:

ARNALDO ANTUNES E MÁRCIA XAVIER
Arnaldo AntunesMarcia Xavier
O artista multimídia, conhecido em todo o Brasil por sua trajetório no grupo Titãs, apresenta uma performance poética, onde explora inúmeras possibilidades rítmicas e entoativas da linguagem oral. Apresentando-se com o auxílio de efeitos, samplers e play-backs em algumas peças, além do acompanhamento de Marcelo Jeneci na sanfona, violão e teclados, Arnaldo fala, berra, canta, entoa ou sussurra, acrescentando, com esses recursos, múltiplas sugestões de sentidos aos poemas. Dialogando com a ação, que inclui também o uso de alguns objetos (letras de metal, cartazes, rádio), uma ambientação cênica com vídeos e imagens animadas ao vivo será produzida especialmente pela artista plástica Márcia Xavier.

Lenine – voz e violão
Lenine
O cantor e compositor pernambucano se apresenta em setembro.

Revelado em 1983 pelo disco Baque solto, em parceria com Lula Queiroga, Lenine é hoje um dos maiores nomes da música brasileira. O segundo disco, Olho de peixe, veio dez anos depois, agora em parceria com o percussionista Marcos Suzano. A partir daí, seu nome foi inscrito entre os renovadores da canção, registrada com roupagem mais pop, mistura de ritmos eletrônicos, influências nordestinas e samba, em seu primeiro disco solo, O dia em que faremos contato (1997). Premiado com o Grammy Latino por Falange canibal (2002) e Acústico MTV (2006), Lenine também assina a produção de CDs de artistas como Maria Rita, Chico César e Pedro Luis e a Parede. Em 2007, criou a trilha do espetáculo Breu, do Grupo Corpo. Seu álbum mais recente, o elogiado Labiata, foi lançado em 2008. O artista pernambucano se apresenta com um show de voz e violão.

Coelhos em Pânico

setembro 11, 2009

Desplugado, ocupado, ado…ado…ado…
Estamos diante do momento mais estudioso, dedicado e solido dos ultimos anos, após o mes de agosto que foi bem divertido assim como julho que foi extremamente movimentado, começamos a ficar mais em casa e estudar.

Já estou como uma lebre de março e correndo doida por algo mais!
Vamos Alice ^.-

Subpop 5

Subpop 5

Cores, devaneios e Kandinsky…

julho 10, 2009

Kandinsky

“A cor é o meio para exercer uma influência direta sobre a alma. A cor é a tecla, o olho é o martelo moderador, a alma é um piano com muitas cordas e o artista representa a mão que, mediante uma tecla determinada, faz vibrar a alma humana.” — Wassily Kandinsky

Buscando a forma real de expressar a face original passando pela musica, teatro e artes visuais encontrei na obra de Kandinsky a maior expressão da forma e das cores.  A obra de arte vale pelas vibrações que suscita, pela espiritualidade e pela energia que reflete; não pela conotação ou dependência do mundo que nos cerca.

As cores são como a musica tem sonoridade, vibração, cores tem formas, tem tato,  gosto e sentimento. Ouça o chamado do ponto azul que diz “Me abraça” e dotado de caricia celeste, projeta o homem para o infinito, desperta-lhe o desejo de pureza e uma sede de sobrenatural. O círculo vermelho, por sua vez, é troada e relâmpago, apaixonado, irradia para todos os lados.

Kandinsky para Crianças


Ludico
A expressividade das cores e formas abstratas de Kandinsk foi maravilhosamente representada em “Lúdico” que e propõe de forma colorida e poética um passeio pelo universo da criação de uma obra de arte. Cores e formas se agitam em busca de um lugar. Destinado a crianças o espetáculo faz uma deliciosa viagem aliando teatro, música e artes visuais.


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